
Exposição constante?
Hoje em dia, é possível ouvir o que uma pessoa diz e transformar isto em texto (com tecnologias como Lex, da Amazon, e Watson, da IBM). Aliados à inteligência artificial, as empresas aprendem o perfil do cliente para criar uma relação ainda mais pessoal. Porém, até que ponto isso é benéfico ao usuário?
Previna-se
O feitiço, infelizmente, pode se virar contra o feiticeiro e tais avanços tecnológicos são capazes de prejudicar com relação à divulgação de informações pessoais. Afinal, estes mesmos sistemas conseguem obter informações adicionais com outras empresas e aplicativos.
Os armazenamentos na nuvem, sobre o qual não temos controle absoluto, inclusive, também podem permanecer lá, mesmo quando as apagamos. A questão, então, é: como se prevenir dessas “invasões” cibernéticas?
– Use sempre o modo privativo no navegador, para evitar que te rastreiem de forma fácil
– Use aplicativos de mensagem com criptografia direta entre os usuários
– Procure sempre criptografar arquivos sensíveis, principalmente se for armazená-los na nuvem
– Não divulgue em redes sociais, chats e fóruns assuntos muito particulares como problemas de saúde, situação econômica, ideologias políticas e afins;.
– Retire permissões de recursos que você não utiliza (microfone, câmera, contatos, etc) de aplicativos de smartphone. Existem casos de informações deletadas por usuários em redes sociais que continuam acessíveis de outras formas.
Fonte: Canaltech